Marco Silva: «Era obrigatório começar a segunda parte como jogámos a primeira»
/ Futebol
09-09-2026 23:20
Após o triunfo do {TEAM_LINK|4|Benfica} na deslocação ao {STADIUM_LINK|48|Estádio Comendador Joaquim} de Almeida Freitas, terreno do {TEAM_LINK|6|Moreirense}, {COACH_LINK|4199|Marco Silva} mostrou-se satisfeito com a exibição da equipa em palavras dirigidas ao V+ TVI. Além da postura proativa da equipa na busca dos vários golos anotados, o técnico das águias ressalvou o compromisso defensivo do coletivo. «Foi uma vitória claramente justa. Não há que questionar. Começar por dar os parabéns aos nossos jogadores. Na minha opinião, foi uma excelente exibição e uma boa primeira parte da nossa equipa, independentemente, do golo nos momentos finais. Dar os parabéns aos adeptos. Grande ambiente aqui em Moreira de Cónegos, um ambiente que ajudou a equipa a crescer para cima do adversário», começou por dizer. «Desde o primeiro momento, assumimos o jogo como queríamos. O campo esteve difícil, mas a equipa conseguiu criar sempre oportunidades pela direita. Pela esquerda, muito mais acutilantes pelas caraterísticas dos jogadores que jogaram [nessa zona]. Na primeira parte, jogámos praticamente em 50 metros. Jogámos o jogo todo no meio-campo ofensivo. Lembro-me de um livre nas costas da nossa linha defensiva, sem ser isso não me lembro de mais nada», acrescentou ainda. «Era obrigatório começar a segunda parte como tínhamos jogado a primeira e foi isso que eles fizeram com o segundo e o terceiro golo que nos deu a tranquilidade para gerir alguns jogadores. Temos jogado praticamente de três em três dias e era importante gerir alguns e dar minutos a outros, como é o caso do Fred [Aursnes] e do Jhon [Durán]», considerou. «Foi uma exibição sólida, praticamente, sem uma oportunidade de golo para o nosso adversário. Estivemos muito bem com e sem bola. Deixa-me muito orgulhoso ver jogadores como Pavlidis ou o Rafa a recuperar bolas no nosso meio-campo defensivo. São apenas três pontos, agora é descansar», rematou. Sobre o entendimento entre Prestianni e Andreas Schjelderup, Marco Silva reconheceu que a ligação dos dois fora das quatro linhas tem um grande peso para a influência confirmada no relvado. «O futebol é coletivo, mas todos nós vivemos de conexões e ligações. O Rafa e o Bah no corredor direito também têm uma ligação muito bom. O Andreas e o Prestianni também a têm. São dois jogadores muito técnicos, com capacidade para jogar por dentro e por fora. Realçar também o bom jogo do Dahl, no apoio», concluiu.
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